Foto-Reportagem

Guimarães: Capital da Confusão

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    Guimarães CEC

    Foto de Ricardo Marques

    Habitantes e trabalhadores partilham a mesma agitação nas ruas

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    Guimarães CEC

    Foto de Ana Francisco

    A cidade debruça-se sobre as grades para ver os avanços

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    Guimarães CEC

    Foto de Ana Francisco

    A poeira e caminhos de terra batida são uma constante na cidade

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    Guimarães CEC

    Foto de Ricardo Marques

    O fluorescente dos coletes e máquinas tira o protagonismo às montras

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    Guimarães CEC

    Foto de Ana Francisco

    O Toural permanece vedado

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    Guimarães CEC

    Foto de Ricardo Marques

    A curiosidade de quem passa tenta adivinhar o aspeto final da cidade

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    Guimarães CEC

    Foto de Ana Francisco

    As flores dos jardins fundem-se com o colorido das máquinas

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    Guimarães CEC

    Foto de Ricardo Marques

    O renascimento da "capital"

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    Guimarães CEC

    Foto de Ana Francisco

    Em vias de se tornar...

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    Guimarães CEC

    Foto de Ricardo Marques

    As fachadas ganham uma nova imagem

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    Guimarães CEC

    Foto de Ana Francisco

    Os habitantes observam o desenrolar diário das obras

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    Guimarães CEC

    Foto de Ana Francisco

    O comércio mantém-se no meio da confusão

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    Guimarães CEC

    Foto de Ricardo Marques

    As ruelas enchem-se de areia e lama

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    Guimarães CEC

    Foto de Ana Francisco

    A paisagem adquire formas e interpretações alternativas

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    Guimarães CEC

    Foto de Ana Francisco

    As pequenas passagens fazem confrontar os rostos incomodados

A menos de dois meses de se tornar Capital Europeia da Cultura, Guimarães permanece na confusão das obras que a preparam para acolher visitantes de toda a Europa. O vasto e ambicioso programa de regeneração urbana vai dar uma imagem renovada aos monumentos, fachadas e jardins, bem como melhorar as vias de acesso. Para já, pouco se vê para além da poeira e estradas cortadas. É o colorido das máquinas e os movimentos dos trabalhadores que são seguidos de perto pela atenção dos curiosos, que se contentam com uma cidade invadida por esta estranha agitação. Por Ana Francisco e Ricardo Marques