Censos 2011 pode custar 43 milhões de euros
Terça, 25 de Maio de 2010
por Jonathan Costa
No dia em que o INE completa 75 anos de existência, o ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira revela que o censo do próximo ano deverá custar 43 milhões de euros
O ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, admitiu hoje, 25, que a operação Censos 2011 deverá custar 43 milhões de euros aos cofres do Estado. Silva Pereira revelou ainda que a operação vai entrar em funcionamento entre Março e Abril do próximo ano.
No entanto, o ministro salientou, em declarações ao portal de informação Diário Digital, que "até lá, é preciso preparar toda a ferramenta informática, formar as equipas e desenhar os questionários". O Censos 2011 é uma operação "de enorme envegadura, que implica um grande investimento, porque é preciso recrutar recursos humanos em todo o país e garantir o seu acompanhamento para assegurar a fiabilidade dos dados", acrescentou.
A operação é da responsabilidade do Instituto Nacional de Estatística (INE), tutelado por Pedro Silva Pereira, que comemora hoje, 25, 75 anos de existência.
Pedro Silva Pereira frisou ainda que o governo está consciente dos desafios que se colocam ao INE e que "não recusou nenhum dos pedidos no sentido do reforço dos seus recursos humanos".
Desta forma, o ministro da Presidência confessou que o instituto necessita de "recursos humanos qualificados" e acrescentou que "os processos estão em curso para reforçar esses meios". A entrada de novos funcionários para o INE poderá ser feita por via dos instrumentos de mobilidade na função pública, avança o Diário Digital.
Actualmente, o INE emprega 986 pessoas, sendo que 231 destas são técnicos superiores de estatística.






